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segunda-feira, 22 de novembro de 2010

BODAS DE DIAMANTE

Foi no dia 15 de Novembro de 2010, que parte de nossa grande família se reuniu para celebrar os sessenta anos de casamento de meus pais: Francolino  e Heroína. Segundo a tradição: Bodas de Diamante.
O diamante é o mais resistente material de ocorrência natural que se conhece, por isso mesmo, a gema por excelência. Dizem que os diamantes são eternos.
Ninguém vive junto por sessenta anos, sem que a resistência seja testada todos os dias. Meus pais são resistentes: são de temperamentos diferentes, reagem de forma diferente diante dos problemas, mesmo assim, entre amores, dores,  sonhos despedaçados, outros realizados, conflitos, renuncias, perdões, fé  e muito compromisso mútuo, formaram uma família de quase sessenta pessoas, entre filhos, genros, noras, netos e bisnetos. Isto por si só, já é uma jóia rara!
Em meu pai, destaco sua coragem e caráter, mas eu já o vi chorando. Lutando contra ele mesmo, pois para manter o caráter de homem e discípulo de Jesus, em nossos dias, tem que ter coragem de chorar! Ele é meu herói!
Em minha mãe, destaco a fé, pois não conheci alguém que sendo tão frágil, fosse  tão resistente diante  das adversidades. Já assiste, por muitas vezes, seus momentos fênix! Ele é minha heroína!
Um casal perfeito? Uma família perfeita? Longe disto. Temos lutas como todos os outros mortais, mas temos fé. Somos enraizados nos princípios da Bíblia Sagrada, o maior legado que nossos pais nos passaram. Os milagres de Jesus de Nazaré fazem parte de nossa história, mas também a resistência nas batalhas que se prolongam.
Pastor Francolino e Pastora Heroína, quero homenageá-los por não terem quebrado a aliança matrimonial, por serem exemplo para meus irmãos e a mim. Quero reverenciá-los, por serem referenciais de compromisso, para mim, meus filhos e para minhas netas!
De vocês, eu posso dizer: Imitai-lhes a fé!
Walter da Mata
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terça-feira, 16 de novembro de 2010

História de Pescador I



Joel, Sergio e Amilton e eu, estávamos a pescar. Decidi estrear uma isca de profundidade e senti uma fisgada daquela de alegrar qualquer pescador. Porém, eu havia amarrado mal a isca e meu precioso peixe foi-se embora levando um peso significativo, preso a sua queixada.
Amilton, um dos parceiros de barco, disse: com esse peso, o peixe vai ficar estressado e logo virá à superfície para livrar-se da isca. Ali mesmo no barco, em uma cerimônia de dar inveja a qualquer festa de colação, nós lhe conferimos o grau de “peixecólogo”. Para nossa surpresa, dentro de minutos, o peixe se debatia na superfície, tentando livrar-se do “pircing”. Sorrateiramente, levamos o barco e o apanhamos com o puçá. Claro, tudo terminou com muita risada. Acredite, isso é um fato.
Claro que você está colocando em dúvida a minha história, por mais que eu insista em sua veracidade, mas a bíblia tem pelo menos três histórias de pescador: A pesca na qual Pedro fez sua rendição completa: Jesus foi promovido de Mestre para Senhor. (Lc 5). Outra é quando Pedro vai ao mar para buscar um peixe específico que estava com uma moeda na boca, dinheiro exato para pagar o imposto dele e de Jesus e, finalmente, a pesca de João 21, na qual Jesus faz a restauração de Pedro.
Curioso é que em todas elas existe uma íntima relação entre Jesus e o mais experiente dos pescadores: Pedro.
Na primeira, Jesus quebra os paradigmas, provando a Pedro que quando sua Palavra é pronunciada a ordem natural das coisas pode ser mudada. Todas as regras da pescaria foram quebradas. Isto é milagre. Deus estava revelando a Pedro o seu Poder e ele não mudou, ouça o que Jesus está falando e milagres podem acontecer.
Na segunda, além da lição de cidadania, Jesus ensina a Pedro que até os peixes não escapam a sua onisciência e que o mesmo Deus que deu ordem ao grande peixe para Jonas, conduz um pequeno peixe “caixa forte”. Ele faz que “todas as coisas contribuam para o bem daqueles que amam a Deus”.
Na terceira, a história de pescador é para restaurar Pedro de seu fracasso, por negar qualquer relacionamento com Jesus. Mais uma pescaria fracassada, até Jesus se manifestar. Fique atento aos fracassos e decepções, eles são oportunidades para você vir novamente ao encontro de Jesus.
Quem sabe em suas idas e vindas pela vida, você mordeu “uma isca pesada”,   tem vivido o “stress” de não poder nadar livremente  e por onde você vai nos mares da vida; um peso te puxa para a depressão, angústia, culpa e desespero. Faça como aquele tucunaré que reuniu forças e veio à superfície para que, saltando, se livrasse do peso. Com certeza, Jesus virá a você e com uma rede de amor e amigos, devolverá a sua liberdade. Salte para os braços dele.
Eu não sei quantas “histórias de pescador” você ainda vai ter que ouvir para que creia que Jesus continua operando milagres nos dias de hoje, portanto, continuarei contando as minhas até que você possa experimentar as suas.
Walter da Mata
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segunda-feira, 1 de novembro de 2010

O que dizer lá em casa III



Sou grato a Deus por ter me dado a oportunidade de recuperação de minha covardia. Hoje tenho reconhecimento dos de casa e da comunidade e aprendi lições que marcaram minha vida e vou compartilhá-las com você:
Todo mal que nos sobreveio, foi porque eu e os demais homens de Israel, havíamos esquecido de dizer algumas coisas decisivas em nossas casas:
  • que povo éramos: propriedade peculiar de Deus. Ex. 19.5
  • quem era o nosso Deus: Deus de poder, mas relacional. Ex. 19.4
  • qual era a nossa história. Js. 4.21-24
  • que tínhamos promessas de Deus. Dt 11. 13-15
  • o que tínhamos de fazer para desfrutar das promessas de Deus. Dt 11.16-25
  • que minha nação e minha família estavam sofrendo porque os homens, líderes e sacerdotes dos lares tinham se tornado omissos e coniventes com a quebra dos mandamentos de Deus. Jz 2.11-15
Em minha condição de restaurado, tomei algumas medidas práticas:
1-      Recoloquei Dt. 6. 4-9 nas atividades diárias da família, Deus e sua Palavra;
2-       Para não ser radical, não quebrei a “caixinha de promessas”, mas montamos uma “caixinha de mandamentos” e estabeleci que ninguém retiraria uma promessa, sem antes retirar um mandamento;
3-      Descobri que tínhamos alguns ídolos lá em casa, coisas que ocupavam o primeiro lugar em nossa vida e não permitiam o tempo devido a Deus. Tirei-os do altar;
4-      Voltei a praticar o ensino bíblico da mordomia financeira: as primícias passaram a ser entregues ao Senhor;
Estou envelhecendo e, nos últimos trinta anos, não tivemos mais invasões na terra que o Senhor nos deu. Os homens que voltaram da batalha com Gideão continuam avivados e mantendo o compromisso de narrar os feitos de Deus, para que “a geração vindoura os soubesse, e os filhos que nascessem se levantassem e contassem a seus filhos; para que pusessem em Deus a sua esperança e não se esquecessem das obras de Deus, mas guardassem os seus mandamentos e não fossem como seus pais, geração rebelde, que nunca foi firme na sua confiança e cujo espírito não foi fiel para com Deus”. Sl 78. 6-8
Que Deus faça de mim e dos homens de minha geração, referenciais dignos de serem imitados e que preservem nossa terra dos males oriundos da omissão para com os mandamentos de Deus.
Walter da Mata

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