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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

FALA SÉRIO, CGADB!




A Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil, CGADB , foi fundada em 1930 e registrada em 1946, pelos pastores Samuel Nystron, Cícero Canuto de Lima, Paulo Leivas Macalão, José Menezes, Nels Julius Nelson, Francisco Pereira do Nascimento, José Teixeira Rêgo, Orlando Spencer Boyer, Bruno Skolimowski, José Bezerra da Silva.
 
É uma sociedade civil de natureza religiosa, sem fins lucrativos.
 
Objetivos:

1.    Promover a união e o intercâmbio entre as Assembléias de Deus;
2.    Atuar no sentido da manutenção dos princípios morais e espirituais inspirados na Bíblia;
3.    Zelar pela observância da doutrina bíblica, incrementando a evangelização e estudos bíblicos;
4.    Manter a Casa Publicadora das Assembléias de Deus e propugnar pelo seu desenvolvimento;
5.    Promover e incentivar a proclamação do Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo, no Brasil e no exterior;
6.    Promover o desenvolvimento espiritual e cultural das Assembléias de Deus e manter a unidade doutrinária;
7.    Promover a educação em todos os seus níveis e a assistência filantrópica;
8.    Exercer ação disciplinar sobre os seus membros.
(Extraído do Site da CGADB)

Observando cada um dos itens acima, que em tese correspondem à missão do órgão maior das Assembléias de Deus no Brasil, todos eles, exceto o quinto, pois este sim, concentra poder econômico, devido a dimensão  e qualidade de seu parque gráfico, os outros nos colocam como transgressores de nossos princípios:

Vou comentar apenas três, para não ser exaustivo:

•    Manter a união e intercambio...  (1)  nosso centenário provou o contrário disso;
•    Manutenção de princípios morais e espirituais inspirados na Bíblia. (2) Tudo que se desenrolou  nas últimas eleições  para a mesa diretora e tudo que está em pleno andamento para eleição de abril de 2013, pouco ou nada tem de moral, espiritual ou bíblico;
•    Educação em todos os níveis e assistência filantrópica. (7) É proporcionalmente pífio qualquer dado sobre estes temas, pois nossa desunião quebra nossa força;

Nossa forma de ser e nossa reputação diante da membresia, joga lama em nossa história e faz com que não confiemos em nosso futuro.  Como não vivemos o que escrevemos, outros escrevem o que vivemos e nossa “praxis” eclesiástica passa a ser lida, não na Bíblia, em nossos púlpitos, mas em boletins de ocorrência em delegacias, recursos advocatícios e decisões judiciais.  

Se não estamos dispostos a viver o que escrevemos, pelo menos deveríamos  escrever o que vivemos. O nome disso é coerência.

Fala sério!

Walter da Mata

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2 comentários:

  1. Se o senhor falou eu assino em baixo!!! E tenho dito!

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  2. Paz do Senhor Jesus;
    Pastor Walter não entendi a crítica a CGADB, seria uma crítica a mesma por nunca ter feito algumas coisas que o estatuto trata ou é uma crítica a liderança atual. Pelo que tenho visto toda confusão gira em torno do polêmico pastor do Pará que não sabe se candidatar para concorrer a presidência da CGADB e fica fazendo coisas fora do contexto da unidade cristã. Só quero mesmo é entender a crítica do Pastor, só isso. Obrigado e a Paz do Senhor Jesus.
    Att;

    Pr Clayton Costa

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