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sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Brasil Independente!

Créditos da imagem a este link. Direitos reservados ao autor.

A Independência do Brasil ocorreu em 7 de setembro de 1822. A partir desta data o Brasil deixou de ser uma colônia de Portugal. A proclamação foi feita por D. Pedro I as margens do riacho do Ipiranga em São Paulo.

Há 192 anos, somos independentes.
Quero ver Brasil como a Pátria Amada, com as asas da liberdade abertas sobre nós. Quero ver o Brasil ser respeitado pelos filhos da pátria, como um país honrado, honesto, bem administrado, justo, onde o trabalho compense muito e o crime nada, onde os homens públicos causem honra e não asco, e que nossa alegria e espontaneidade  alcance o mundo frio nos relacionamentos...
I- O Brasil precisa continuar:
1-INDEPENDENTE dos que roubam a nação dia e noite. E não adianta aumentar a vigilância na fronteira, pois a rapinagem é visceral;
2-INDEPENDENTE dos homens que foram dependentes do voto popular para se tornarem legisladores e gestores, mas que por um golpe de mestre, tornaram-se independentes e o povo, dono do voto,  dependente;
3-INDEPENDENTE de muitos magistrados terem sucumbido o senso de justiça, nas águas de Mamon;
4-INDEPENDENTE de impunidade dos poderosos que da respaldo a anarquia popular;

II- O Brasil precisa continuar:
DEPENDENTE do voto popular;
DEPENDENTE de princípios e não de conveniências;
DEPENDENTE do trabalho e não da esperteza;
DEPENDENTE do voto ideológico e não fisiológico;
DEPENDENTE de “um povo heróico” cujo “o brado retumbante” ecoe pelas praças, ruas, escolas e igrejas, para dizer:
  • Se quem aplica a lei, transgride a lei e não é apenado, enfraquece a lei;
  • Não, a qualquer tipo de ditadura: militar,  populista,  religiosa e  sexual, racial, genética ou de faixa etária;
  • Que cumprir o papel de legislador, gestor, magistrado, a favor dos filhos da pátria, não é um ato de graça e misericórdia, mas um dever imposto pelo cargo, pelos quais são muito bem pagos;
  • Que os homens públicos não são pais ou mães da pátria, mas filhos da pátria;
“Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós!
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz!”

Walter da Mata



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