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segunda-feira, 21 de julho de 2014

DIA DO AMIGO

O dia do amigo foi adotado em Buenos Aires, na Argentina, com o Decreto nº 235/79, sendo que foi gradualmente adotado em outras partes do mundo.
A data foi criada pelo argentino Enrique Ernesto Febbraro. Ele se inspirou na chegada do homem à lua, em 20 de julho de 1969, considerando a conquista não somente uma vitória científica, como também uma oportunidade de se fazer amigos em outras partes do universo. Assim, durante um ano, o argentino divulgou o lema "Meu amigo é meu mestre, meu discípulo e meu companheiro".
Aos poucos a data foi sendo adotada em outros países e hoje, em quase todo o mundo, o dia 20 de julho é o Dia do Amigo , é quando as pessoas trocam presentes, se abraçam e declaram sua amizade umas as outras, na teoria. No Brasil, o dia do amigo também é comemorado em 20 de julho.    “Extraido da Web”
Faço algumas reflexões  lembrando que o dia do amigo veio de um feito extraordinário da humanidade: a ida do homem a lua.
Parece que é mais fácil ir à lua...
·         que entrar no carro e fazer uma visita;
·         que ir ao coração de outra pessoa;
·         que andar pequena distância para reconciliar;          
·         que pedir perdão quando ferimos nosso irmão;
·         que abandonar o orgulho;
·         que se importar com a dor do outro;
·         que confessar nossa maldade, inveja e cobiça;
·         que demonstrar arrependimento;
O homem deixou marcas no solo lunar...
Eu preciso e quero graça e sabedoria da parte de Deus para marcar seu coração, não com as marcas do meu pé, mas com palavras e gestos inapagáveis, que o ajudem a encurtar distâncias entre os irmãos e que marquem nosso caminho rumo ao coração de Deus.

Que marcas  deixamos na vida das pessoas que cruzam seu caminho? 

WalterdaMata
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sábado, 19 de julho de 2014





MORRE O  PAI DO PINTASSILGO
Homenagem a Rubem Alves

           Rubem Alves nasceu na cidade de Boa Esperança, no interior de Minas Gerais, em 15 de setembro de 1933. Foi um pensador de muitas frentes: psicanalista, educador, teólogo e escritor brasileiro, tendo escrito livros e artigos com temas religiosos, educacionais, existenciais e infanto-juvenis. Muitas de suas obras foram publicadas em outros idiomas, como inglês, francês, italiano, espanhol, alemão e romeno.
        Dos textos de Rubem Alves, o que mais me inspira é parábola do pintassilgo e as rãs. Resumo o texto assim: Um pintassilgo descobre um fosso escuro, sem alegria, cheio de gemidos e pouco arejado e em meio a isso, uma população de rãs bem adaptadas ao ambiente. Nosso passarinho, fica angustiado com a sub vida e decide falar das coisas belas que aconteciam fora do fosso e que estavam disponíveis para as rãs; falou de sol, cores, flores, perfumes, músicas de tonalidades variadas, vento, brisa e arco-iris; bastava saírem do fosso e desfrutariam de tudo isso. Era gratuito! 
        Suas palavras foram acolhidas como delírio, pregador de mentiras, enganador dos incautos e teve que bater asas e deixar o fosso, sob palavras de ordem: "Não ha vida fora do fosso"!. Porém, em sua angústia, anos  mais tarde decide voltar e insistir em uma vida nova para as rãs. Cheio de esperança e com sentido de missão, desceu ao fosso  e quando menos percebeu estava enjaulado, levado a morte e mumificado foi posto por memorial na ponta de uma estaca. O parábola me lembra o pintassilgo por excelência: JESUS DE NAZARÉ!
        Sua inscrição era algo assim: Aqui está quem ensinou que existe um outro mundo, que não o nosso fosso "maravilhoso"! 
        Esta parábola me inspira a viver e falar de coisas novas  na minha vida,  família, igreja, instituições para-eclesiásticas, cidade, política e enfim, na vida. Podemos fazer diferente, para tanto, precisamos escutar outras vozes, discernir e aplicar as transformações tão necessárias para renovação da vida.
Enfim, precisamos ter coragem para sair do fosso!
WalterdaMata
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quarta-feira, 9 de julho de 2014







LÁGRIMAS DE DAVI LUIZ.
       Foi gesto de amor, identificação e apoio de Davi Luiz a James Rodriguez. Todos nós em algum momento da vida sofreremos derrotas, frustrações, perdas, decepções, nos sentiremos humilhados e ainda vivendo o peso da culpa. Davi Luiz foi lá abraçou e permitiu que James chorasse em seu ombro.

      Ontem, quem chorava era Davi Luiz, sendo capitão interino da equipe, chorou, pediu desculpas, mas não vi ninguém do Brasil que o abraçasse;  mesmo não fazendo parte da cultura alemã,   pois eles são profissionais ao extremo, não fazem grandes shows quando marcam um gol e não choram diante da derrota; mas até eles foram capazes de estender acolhimento aos nossos atletas, agora, ver brasileiros, que endeusam seus ícones, ofenderem nossos atletas e equipe técnica, revelando nossa capacidade de transitar velozmente entre o céu e o inferno emocional, sem ao menos dar um abraço para acalmar a dor e o sufocamento pela ausência de palavras para explicar o inexplicável, é admitir que só valorizamos o show e não sabemos ser fraternos na hora da dor.

      Onde está a mídia, que envolveu cada criança numa euforia sem fundamento,pois é sabido que não temos um time brilhante e mesmo times brilhantes perdem; pergunte isto a geração de Zico e Sócrates. 
      Abracemos nossos irmãos brasileiros, os que vencem e os que perdem, pois afinal somos um povo só, quer nas vitórias ou nas derrotas. 
Walter da Mata






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segunda-feira, 7 de julho de 2014




O LEITE DERRAMADO.... E CHORADO

"Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas, apedrejas os que a ti são enviados! quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintos debaixo das asas, e não o quiseste! Eis que a vossa casa ficará deserta." Mt 23.37
O Muro das Lamentações é um testemunho histórico de que não tomar as decisões corretas no tempo certo, trará consequências. 
Cada lágrima derramada ao pé do muro,cada suspiro, cada gemido é uma lembrança que em algum momento se deixou de fazer o que devia ter sido feito.
Não ouviu os profetas, fez alianças espúrias com o paganismo, matou a voz da advertência e finalmente rejeitou e matou o próprio Jesus.
Agora, ao pé do muro se diz: Poderia ter obedecido, devia ter me comprometido, se eu tivesse ouvido quem me advertiu...
A vida de muita gente é assim, um muro das lamentações, não fez na hora certa e nem tem coragem para reparar, mesmo que com algum atraso, os compromissos que ficaram pedentes, então vive a lamentar.
O tempo verbal preferido do MURO DAS LAMENTAÇÕES é o pretérito imperfeito: Eu poderia... eu deveria... se eu tivesse.. Expressa um pesar, mas não um arrependimento, pois nada é feito para que as mudanças necessárias aconteçam. 

MUDANÇA SE FAZ AGORA OU SE  LAMENTA POR MUITO TEMPO
Refletir: Que atitudes praticas preciso tomar para fazer do muro das lamentações uma torre de celebrações?
WalterdaMata
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terça-feira, 1 de julho de 2014


Porque votar no pastor Walter da Mata  para à presidência da CEADDIF.

Temos uma instituição fundada em 1977, isto é, 37 anos de existência, mas com pouco significado, objetivo e valores.
Ao mesmo tempo em que crescemos, diminuímos em nosso significado. Não vivemos uma missão porque não temos uma visão. Sei que o papel do líder é desenvolver a visão.
Dediquei mais de 12 anos de serviço nos diversos cargos da CEADDIF:
·         Presidente da Comissão de Ingresso: montamos o mecanismo que ainda hoje vigora;
·         Primeiro secretário: Gestão até hoje imbatível. Implantamos o banco de dados local e o seu vínculo com a Geral;
·         Primeiro Vice-presidente: dei o suporte para a boa liderança do Pr. Sóstenes Apollos;
Escolhi, por algum tempo, não concorrer a cargos da mesa, com objetivo de me equipar para algo que, no meu entender, justificasse a existência de uma instituição desta magnitude, isto é, que a CEADDIF cuide primeiro de seus pastores e depois da instituição.
        Sou um homem de 60 anos e tenho que escolher bem onde e como investir  tempo e vida, e uma das escolhas é não alimentar vaidades de ninguém, nem as minhas, por mais inebriantes que sejam.
              Em conversas que tenho tido nesses anos,  li vaidades e até um pouco de ufanismo. Essa fase da minha vida, se já houve, passou.
Meu chamado é para tocar o coração das pessoas, ajudá-las a relacionarem-se melhor com Deus, consigo mesmas, com a família, igreja... e para mim, a Instituição  deve ser catalisadora desses processos na vida dos pastores, investindo recursos de tempo e finanças nisso, é o mínimo que se deve fazer.
Que nossa Convenção seja ponto de encontro para treinamentos de capacitação ministerial, de onde o pastor sairá mais equipado para exercer o chamado na igreja, justificando o investimento que a igreja faz na Instituição.
Pois é, se existe hora para mudar é agora. Até porque, se juntarmos nossos  mais de 37 anos de instituição, precisamos perguntar se nos orgulhamos de nossa história.
       Qual legado temos deixado para a nova geração de pastores?
       Quando vou a uma AGO, o que é agregado à minha  vida? Saio de lá mais parecido com Jesus? Melhor obreiro? Melhor esposo? Com desejo de ter mais ética cristã?
       Quando não vou, sinto ter perdido uma oportunidade de crescimento?
       Que estrutura física construímos para atender nossos membros?

 É por essas e outras, que estou pleiteando a presidência, pois o líder precisa ter uma visão e os meios de implementá-la; não posso compor em outra função uma equipe sem estes valores durante quatro anos, seria jogar  fora um tempo precioso, que nem sei se vou viver.

Conto com seu voto e com seu apoio em atrair outros para este momento de mudança.
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