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terça-feira, 1 de julho de 2014


Porque votar no pastor Walter da Mata  para à presidência da CEADDIF.

Temos uma instituição fundada em 1977, isto é, 37 anos de existência, mas com pouco significado, objetivo e valores.
Ao mesmo tempo em que crescemos, diminuímos em nosso significado. Não vivemos uma missão porque não temos uma visão. Sei que o papel do líder é desenvolver a visão.
Dediquei mais de 12 anos de serviço nos diversos cargos da CEADDIF:
·         Presidente da Comissão de Ingresso: montamos o mecanismo que ainda hoje vigora;
·         Primeiro secretário: Gestão até hoje imbatível. Implantamos o banco de dados local e o seu vínculo com a Geral;
·         Primeiro Vice-presidente: dei o suporte para a boa liderança do Pr. Sóstenes Apollos;
Escolhi, por algum tempo, não concorrer a cargos da mesa, com objetivo de me equipar para algo que, no meu entender, justificasse a existência de uma instituição desta magnitude, isto é, que a CEADDIF cuide primeiro de seus pastores e depois da instituição.
        Sou um homem de 60 anos e tenho que escolher bem onde e como investir  tempo e vida, e uma das escolhas é não alimentar vaidades de ninguém, nem as minhas, por mais inebriantes que sejam.
              Em conversas que tenho tido nesses anos,  li vaidades e até um pouco de ufanismo. Essa fase da minha vida, se já houve, passou.
Meu chamado é para tocar o coração das pessoas, ajudá-las a relacionarem-se melhor com Deus, consigo mesmas, com a família, igreja... e para mim, a Instituição  deve ser catalisadora desses processos na vida dos pastores, investindo recursos de tempo e finanças nisso, é o mínimo que se deve fazer.
Que nossa Convenção seja ponto de encontro para treinamentos de capacitação ministerial, de onde o pastor sairá mais equipado para exercer o chamado na igreja, justificando o investimento que a igreja faz na Instituição.
Pois é, se existe hora para mudar é agora. Até porque, se juntarmos nossos  mais de 37 anos de instituição, precisamos perguntar se nos orgulhamos de nossa história.
       Qual legado temos deixado para a nova geração de pastores?
       Quando vou a uma AGO, o que é agregado à minha  vida? Saio de lá mais parecido com Jesus? Melhor obreiro? Melhor esposo? Com desejo de ter mais ética cristã?
       Quando não vou, sinto ter perdido uma oportunidade de crescimento?
       Que estrutura física construímos para atender nossos membros?

 É por essas e outras, que estou pleiteando a presidência, pois o líder precisa ter uma visão e os meios de implementá-la; não posso compor em outra função uma equipe sem estes valores durante quatro anos, seria jogar  fora um tempo precioso, que nem sei se vou viver.

Conto com seu voto e com seu apoio em atrair outros para este momento de mudança.
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