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sábado, 25 de fevereiro de 2017




      Palavra que vem do Latim SUPREMUS, o mais alto, mais acima. Que está acima de tudo. Tão isento assim, lembra a pessoa de Deus, o único que de fato é SUPREMO. Daí, o nosso dilema de olhar para o SUPREMO e se frustrar pela ausência dessa pureza.
        Nesse prisma, o SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL é um tribunal humano que deveria buscar chegar mais próximo da justiça divina. Seria o homem perto de um Deus insubornável, que não se deixa assediar por troca de favores e nem por qualquer coisa que represente valor material. Assim deveria viver cada homem ou mulher, quando investidos da mais alta magistratura; nesse caso, a toga poderia ser branca e sem mancha, lembrando um pouco essa vontade de imitar o Justo Juiz.
      Sendo SUPREMO, Deus tem bases legais para condenar a mim e a você, pois não há homem que não peque, tornando réu; por isso é que Jesus veio ao mundo para assumir nossa culpa. Ele não tinha pecado, mas assumiu o meu pecado e foi condenado no meu lugar e eu me tornei justo. Essa justiça que me é imputada, só é validada quando diante do Juiz, se eu assumo humildemente meus pecados e declaro minha fé em Jesus como meu substituto. Esse princípio é legal e ao mesmo tempo gracioso, se aplicável a todos os seres humanos, independente de classe social, raça e credo. 
        Então, não consigo olhar para o SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, como quem olha para cima, pois a humildade não caracteriza os que ali são julgados e a isenção não é selo que consigo ver em quem julga. Se não há pureza, mantenha-se a toga preta, para que a verdade nunca apareça.
                                                                                                            Walter da Mata
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